Imagem topo da página

Blog

A todo vapor

Um depoimento inspirador…

Recebemos o depoimento do Márcio e com a autorização dele, dividimos com vocês para que, assim como a gente, se emocionem e se inspirem!

Pessoal do Mundo a Vapor, bom dia!

Meu nome é Márcio e em julho de 2018 estive nessa região com minha esposa Vanessa e meu filho Gabriel de 4 anos para visitar os atrativos turísticos.

Ao planejar a viagem, reservamos um tempo para visitar esse parque, pois meu filho gosta muito de trens. Quando visitamos, ele ficou impressionado e antes mesmo de chegar já começou a gritar de dentro do carro: “pai, olha aquele trem caído, que legal”!! Além dele, minha esposa e eu também gostamos muito, pois além de ver a felicidade estampada no rosto do nosso filho, aprendemos bastante com as exposições das diversas máquinas a vapor. Para nossa sorte, ainda pudemos degustar um tradicional churrasco gaúcho que estava sendo servido por uma empresa no recinto atrás do parque. Parabéns pela história do parque e pelo aprendizado que vocês proporcionam aos visitantes, de forma lúdica tanto para a criançada quanto para os pais.

Também visitamos outros atrativos nessa região, dentre eles o Mini Mundo. Ao ver mais maquetes e trens, ele olhou para mim todo empolgado e disse: pai, vamos fazer algumas dessas em casa? Para não interromper a felicidade de meu filho naquele momento, respondi que sim, mas não tinha a menor ideia de como poderia fazer. A única certeza era de que tinha acabado de assumir um grande compromisso com ele.

Alguns dias após a viagem, comecei a pensar em fazer uma pequena maquete com papelão e materiais recicláveis. Montamos o ferrorama que ele ganhou no último aniversário e começamos e elaborar o “projeto”, imaginando o que poderíamos fazer ao redor. Muito empolgado,  a primeira coisa que ele disse foi: aqui será a estação do “trem caído”!! Depois sugeriu outros itens, como: ali será o posto de gasolina, lá na frente terá um aeroporto, uma ponte… Nos dias seguintes, ele continuava a sugerir novos “imóveis”: pai, vamos fazer um castelo? Depois, ao assistir um desenho sobre a Lua, ele pediu um foguete. A imaginação dele aumentava a cada dia e eu ficava feliz com isso, mas ao mesmo tempo preocupado. Como cumpriria a “promessa”?

Tive algumas ideias e comecei a confeccionar a maquete aos poucos, utilizando somente papelão. Na medida do possível, envolvia meu filho nas atividades mais simples, como corte e colagem. Quando os “imóveis” e “ruas” começaram a tomar forma, ele perguntava: pai, mas e a porta? E a janela? Então, para atender o detalhe exigido por ele, comprei alguns papéis cartões coloridos. Além disso, tive que pensar num “sistema de encaixe para montagem e desmontagem” da maquete, pois devido ao tamanho dos “prédios” e “ruas”, não poderiam ficar montado permanentemente num cômodo de nossa casa.

Seis meses depois, a maquete ficou pronta e quase tomou conta da garagem de nossa casa. Depois foi só juntar os brinquedos que ele tinha e brincar. Fiquei feliz pelo “dever cumprido”, embora tenha exigido disciplina e força de vontade, mas a recompensa é maior por ver a empolgação e a imaginação fértil de meu filho Gabriel brincando na maquete. Mando algumas fotos para vocês verem como ficou.

Obrigado por impulsionarem a imaginação de meu filho e proporcionarem uma “terapia ocupacional” a mim!

Márcio Roberto – Jaguariúna/SP

Obrigado Márcio, por dividir conosco essa experiência fantástica e também pelo carinho com o nosso parque, com a nossa história e por reproduzir na casa de vocês não só um pouco da nossa estrutura física, mas daquilo que amamos: a invenção e a criatividade!

Confira algumas fotos:

Fique por dentro das novidades!

Newsletter