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História

Ventos, moinhos e usinas eólicas contam a história da Holanda

A viagem de volta ao mundo através do vapor desembarca hoje na Holanda (Países Baixos), entre 1910 e 2010, para falarmos sobre a importância das usinas eólicas.

O contexto geográfico aqui é o que chama a atenção. Em um país pequeno, com a maior parte do território abaixo do nível do mar, os holandeses sempre lidaram com a força da água e dos ventos a seu favor. 

Neste cenário, os moinhos de vento sempre fizeram parte cultural da nação, sendo utilizados para moer grãos, bombear água ou até mesmo para gerar energia elétrica.

Moinho holandês (1910)

Com o passar do tempo, os moinhos evoluíram para torres eólicas, que produzem energia elétrica em larga escala. A Holanda é um dos países que mais inova nessa energia, sendo o primeiro a colocar torres eólicas no mar.

Aqui no Brasil elas também são usadas em larga escala. Hoje é a terceira energia mais produzida no país.

Torres eólicas ao lado de uma plantação de tulipas na Holanda (2018)

Dica: 21 de fevereiro: Dia Nacional do Imigrante Italiano

CURIOSIDADES SOBRE A USINA EÓLICA E A HOLANDA

Os moinhos de vento são uma parte crucial do folclore e da cultura da Holanda.

● Dos quase dez mil moinhos de vento ativos nos Países Baixos em 1850, apenas cerca de mil ainda estão em operação.

● “Moinhos não giram por ventos passados” – Provérbio Holandês

● Você sabe por que foi atribuído o nome País Baixo para estes e outros locais? A Holanda (que tem menos da metade do tamanho de Santa Catarina) tem a maior parte do seu território abaixo do nível do mar. Isso praticamente obrigou seus habitantes, ao longo dos séculos, a construírem canais, portos, saídas de água e estações de bombeamento para superar a força do oceano que avança sobre a terra.

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